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O Green Soul 2026 é um encontro que reúne diferentes vozes, saberes e experiências para refletir sobre caminhos concretos para a regeneração ambiental, social e econômica. Mais do que um evento sobre sustentabilidade, é uma plataforma de impacto socioambiental que conecta cultura, educação, inovação e ancestralidade para ampliar a consciência coletiva e impulsionar soluções capazes de transformar territórios, organizações e pessoas. O futuro já começou e ele pode ser aprendido com quem há séculos desenvolve formas de viver em equilíbrio com a natureza.
O Green Soul 2026 aproxima diferentes setores, saberes e agentes da sociedade em um mesmo espaço de troca e construção coletiva. O propósito é criar diálogos entre pessoas e visões que normalmente não ocupam os mesmos espaços.
Desconstrução da inovação linear. Um diálogo entre a pesquisa contemporânea e saberes milenares para responder à crise climática e social.
Cinco apresentações ágeis focadas estritamente em dados, métricas de viabilidade e impacto real.
Debate pragmático sobre a descentralização de recursos e o desenvolvimento regenerativo fora do eixo do "capitalism washing".
Construção coletiva de futuros através do design regenerativo e pensamento sistêmico.
Recepção do público com ambientação musical, criando um espaço de acolhimento, conexão e preparação para a experiência do encontro.

Condução musical de abertura do espaço de acolhimento e conexão.
Por que regeneração não é tendência — é sobrevivência. A abertura convida o público a reconhecer que o futuro depende da capacidade de reaprender com quem nunca rompeu sua relação com a Terra.

Multiartista, mestre de cerimônia, modelo e produtora cultural. Indígena do povo Goytaká em processo de retomada e em contexto urbano. Atua nos coletivos Slam Sereno e Slam Laje, conectando expressões periféricas, indígenas e afrocentradas em redes vivas de cultura.
Saberes que se encontram — um diálogo entre liderança indígena, liderança quilombola e pesquisadora da universidade para mostrar como os conhecimentos ancestrais oferecem respostas concretas aos desafios contemporâneos.

Pós-doutora em Design, doutora em Ciências Sociais, especialista em inovação social. Articuladora do Polo Pró-Impacto do Parque de Inovação da PUC-Rio.

Mulher quilombola, mãe, produtora de eventos e ativista política. Atuou na defesa dos direitos, da cultura e do fortalecimento das comunidades.

Cientista social, educador ambiental, poeta e dramaturgo. Fundador da Escola de Cinema e Artes da Universidade Indígena Pluriétnica da Aldeia Marakanã.

Claudia Lima é mulher paraense com 58 anos, seu território ancestral está no Norte e o Nordeste do Brasil e vem construindo novos vínculos com o Rio de Janeiro há 33 anos. Comunicóloga, facilitadora em processos de educação, investigadora e empreendedora em impacto socioambiental alimentar, sócia cofundadora da Comida é Afeto e membro da UMMA Hub de Negócios Regenerativos.

Cantora, compositora e musicista da Baixada Fluminense, trazendo uma experiência artística voltada à conexão, cura e transformação.
Inspirado no formato PechaKucha, o bloco reúne iniciativas que demonstram, na prática, como regeneração, inovação social, empreendedorismo de impacto e fortalecimento de territórios já estão acontecendo.

Instituto Mirindiba de ação climática popular | Instituto BXD. Pesquisadora com foco em racismo ambiental e justiça climática.

Fundadora da DiverCidade HUB e Gerente de Projetos de Diversidade para a Petrobras.

Fundador do Coletivo Criação. Delegado do bioma Mata Atlântica na COP 30 e Coordenador de mudanças climáticas do município do Rio de Janeiro.

CEO-fundadora da Etnias Turismo e Cultura, referência em afroturismo. Secretária da ABRAFRO — Associação Brasileira de Afroturismo.
Painel sobre financiamento climático, investimento de impacto e mecanismos capazes de fortalecer projetos regenerativos, ampliando a escala das transformações necessárias para o futuro.

Rio de Impacto. Doutoranda em Geografia e Meio Ambiente pela PUC-Rio. Apresentadora dos podcasts Rio de Impacto e Mulheres Sustentáveis.

CEO da Angélica Oliveira Lab e fundadora da ESPRA.IA, deep tech de IA fenotípica e decolonial na América Latina.

Gerente do Programa Mutirão Reflorestamento da Prefeitura do Rio de Janeiro.

10 anos de experiência em finanças. Atua na Sitawi Finanças do Bem, no investimento de impacto socioambiental.

Claudia Lima é mulher paraense com 58 anos, seu território ancestral está no Norte e o Nordeste do Brasil e vem construindo novos vínculos com o Rio de Janeiro há 33 anos. Comunicóloga, facilitadora em processos de educação, investigadora e empreendedora em impacto socioambiental alimentar, sócia cofundadora da Comida é Afeto e membro da UMMA Hub de Negócios Regenerativos.
Uma experiência coletiva de escuta, imaginação e construção de futuros possíveis, por meio de recursos simbólicos e diálogo guiado.

Criadora do Tarot Regenerativo. Os participantes serão convidados a ampliar perspectivas sobre os desafios e oportunidades da regeneração.
Síntese dos principais aprendizados do encontro e celebração coletiva com show.

Becca e Banda

Idealização e direção geral do Green Soul 2026.

Especialista em economia do conhecimento, inovação social, negócios de impacto e desenvolvimento sustentável. Há mais de 25 anos atua na construção de ecossistemas colaborativos e metodologias participativas.


